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	<title>Opina Brasil</title>
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	<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 04:09:38 +0000</pubDate>
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		<title>Brasil terá 50 novos institutos de pesquisa até dezembro</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 04:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, anunciou a criação de cerca de 50 institutos nacionais de Ciência e Tecnologia até dezembro deste ano, para estimular o desenvolvimento científico em áreas estratégicas e fortalecer a pesquisa em regiões como Norte e Nordeste.
O ministério vai investir R$ 270 milhões, e, segundo Rezende, a expectativa é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, anunciou a criação de cerca de 50 institutos nacionais de Ciência e Tecnologia até dezembro deste ano, para estimular o desenvolvimento científico em áreas estratégicas e fortalecer a pesquisa em regiões como Norte e Nordeste.<span id="more-75"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">O ministério vai investir R$ 270 milhões, e, segundo Rezende, a expectativa é chegar a R$ 400 milhões após a definição de contrapartidas de instituições de pesquisa como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), que já garantiu parceria com a iniciativa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Áreas estratégicas</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">&#8220;Vamos assinar convênios de cinco anos, os recursos já estão garantidos para os três primeiros. Temos que ter a robustez necessária em termos de recursos para garantir a continuidade mesmo após o fim desse governo&#8221;, defendeu o ministro, que participa da 60° Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">De acordo com Rezende, mais da metade do centros serão destinados a áreas consideradas estratégicas para o país, como biocombustíveis, agricultura, saúde, Amazônia e pesquisa nuclear e espacial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Base científica</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">&#8220;Os centros serão formados por uma entidade-sede, que vai articular grupos de pesquisa e laboratórios. O edital de seleção será lançado em agosto. Vamos celebrar os convênios ainda esse ano.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Na avaliação do ministro, a maior parte dos centros de pesquisa será instalada na Região Sudeste do país, &#8220;que têm a maior base científica&#8221;. Mas, para estimular a distribuição regional das pesquisas, o edital vai prever a aplicação de 35% dos recursos do ministério exclusivamente em institutos no Nordeste, Norte e Centro-Oeste. A idéia, segundo Sergio Rezende, é &#8220;dar melhores condições de disputa&#8221; a essas regiões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Os Ministérios da Saúde e da Educação, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) e a Petrobras serão entidades parceiras do projeto.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><!-- google_ad_section_end -->Artigo por <span class="comprimido1"><span style="color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Luana Lourenço</span></span><span style="color: black;"><br style="mso-special-character: line-break;" /><br style="mso-special-character: line-break;" /></span></span></p>
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		<title>Câmera espacial feita no Brasil irá ao espaço em 2010</title>
		<link>http://www.opinabrasil.com/2008/06/29/camera-espacial-feita-no-brasil-ira-ao-espaco-em-2010/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 19:32:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>

		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[O lançamento do próximo Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (Cbers-3), previsto para abril de 2010, será um momento importante não apenas para o programa espacial brasileiro - já que este é o quarto artefato da série e boa parte dele está sendo desenvolvida no país -, mas também para a Opto Eletrônica, empresa com sede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">O lançamento do próximo Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (Cbers-3), previsto para abril de 2010, será um momento importante não apenas para o programa espacial brasileiro - já que este é o quarto artefato da série e boa parte dele está sendo desenvolvida no país -, mas também para a Opto Eletrônica, empresa com sede em São Carlos, no interior paulista, responsável pelo projeto e fabricação de uma das câmeras do satélite capaz de fotografar a crosta terrestre.<span id="more-74"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Câmera multiespectral</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">O aparelho, batizado de câmera multiespectral MUX, representa um importante salto tecnológico para a indústria nacional, porque é o primeiro do gênero a ser inteiramente feito no país. As imagens geradas dos territórios do Brasil e da China serão destinadas ao monitoramento ambiental e ao gerenciamento de recursos naturais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Para conseguir tal feito, a imagem terá uma resolução da superfície terrestre de 20 metros de lado, característica responsável pela nitidez, num parâmetro que não é pouca coisa, levando-se em conta que o Cbers-3 será colocado em órbita a 800 quilômetros de altitude. Isso equivale a enxergar um trem na superfície da Terra ou uma mosca a cerca de 400 metros. A faixa de largura imageada, que é a extensão do território visto em uma linha na imagem, é de 120 quilômetros de largura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Tecnologia nacional de ponta</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">&#8220;A fabricação da MUX pela Opto atende à diretriz do programa espacial brasileiro de fomentar o desenvolvimento de tecnologia de ponta dentro da indústria do país, capacitando nossas empresas para participar de forma competitiva no mercado espacial internacional&#8221;, ressalta o engenheiro Mario Selingardi, responsável técnico pelo projeto no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Independência tecnológica</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Além disso, a fabricação desse subsistema do Cbers-3 por um parceiro nacional auxilia o país a obter independência tecnológica em áreas altamente sensíveis do ponto de vista estratégico. A fa¬se atual do desenvolvimento da câmera é a de realização de testes funcionais no modelo de engenharia da MUX. Esse modelo é um protótipo que vem antes do modelo de qualificação e do equipamento que efetivamente vai voar. O modelo de engenharia deve seguir até o mês de julho para a China, onde vai passar por testes elétricos na integração com outros sistemas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Ensaios preliminares</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Nos experimentos realizados aqui no Brasil a câmera é submetida a ensaios destinados a confirmar se suporta as cargas de lançamento e as condições de temperatura e vácuo no espaço, além de verificar se ela atende aos requisitos de envelhecimento e compatibilidade eletromagnética mantendo seu desempenho funcional. Segundo o Inpe, os ensaios, feitos no Laboratório de Integração e Testes do instituto, mostraram que não houve degradação do desempenho óptico do equipamento. &#8220;A câmera tem passado com sucesso pelos testes&#8221;, informa Selingardi, do Inpe.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">A realização desses experimentos é um importante passo na longa caminhada iniciada em dezembro de 2004, quando a Opto venceu a licitação internacional para fabricação da câmera. A MUX começou a ser projetada já no mês seguinte e a primeira etapa do trabalho (a conclusão do projeto preliminar) ficou pronta no final daquele ano. Para ter idéia da complexidade do projeto preliminar, basta dizer que ele foi composto por mais de 450 documentos e 16 mil páginas.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; font-family: "><!-- google_ad_section_end -->Artigo por <span class="comprimido1"><span style="color: #000000;">Yuri Vasconcelos</span></span><span style="color: #000000;"><br style="mso-special-character: line-break;" /><br style="mso-special-character: line-break;" /></span></span></p>
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		<title>Tecnologias brasileiras são apresentadas na Europa</title>
		<link>http://www.opinabrasil.com/2008/05/22/tecnologias-brasileiras-sao-apresentadas-na-europa/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2008 12:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa parceria inédita entre a USP e a Universidade de Oxford, na Inglaterra, três tecnologias brasileiras foram apresentadas para empresas da comunidade européia no site da Agência de Inovação da Instituição britânica.
Tecnologias brasileiras
Os projetos envolvem produção de biodiesel, terapia fotodinâmica do câncer e a fabricação de lubrificantes industriais à base de óleo de mamona. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Numa parceria inédita entre a USP e a Universidade de Oxford, na Inglaterra, três tecnologias brasileiras foram apresentadas para empresas da comunidade européia no site da Agência de Inovação da Instituição britânica.<span id="more-72"></span></span></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Tecnologias brasileiras</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Os projetos envolvem produção de biodiesel, terapia fotodinâmica do câncer e a fabricação de lubrificantes industriais à base de óleo de mamona. O intercâmbio entre as Universidades aconteceu por meio de suas agências de inovação.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Estiveram em Oxford três agentes de inovação da USP, convidados e custeados pelo governo britânico - Flávia do Prado Vicentin (Ribeirão Preto), Leonardo Augusto Garnica (São Carlos), e Daniel Marcelo Dias Entorno (Piracicaba). Os brasileiros levaram informações sobre dez tecnologias desenvolvidas nos laboratórios da USP, para troca de informações sobre processos de gestão e conheceram as políticas e processos operacionais da agência inglesa.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">A ISIS Innovation Ltd. auxilia os professores na gestão dos projetos de consultoria prestados e trabalha com instituições e empresas no processo de gestão da propriedade intelectual, transferência de tecnologia e criação de novos negócios (<em>spin-outs</em>). Mesmo sendo uma empresa privada, com gestão e procedimentos empresariais, a ISIS Innovation é 100% pertencente à Universidade de Oxford.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Divulgação pública das tecnologias</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Dos dez projetos apresentados, oito foram escolhidos para aperfeiçoamento de documentos e orientações quanto ao processo de comunicação com o público externo, onde é traçado um perfil da tecnologia.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Também foram elaboradas listas com potenciais parceiros empresariais, no segmento relativo ao domínio da tecnologia apresentada. Ao final desse processo, três tecnologias brasileiras foram apresentadas a ISIS Enterprise, braço da ISIS Innovation que trabalha com instituições e empresas.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">O perfil elaborado para cada tecnologia passou a fazer parte do site da ISIS Innovation, como oportunidade de licenciamento. &#8220;Neste período também tratamos de questões sobre valoração de tecnologia e formas de aproximação e relacionamento com potenciais empresas interessadas no licenciamento das tecnologias, marketing de tecnologias e spin-outs, tendo sido discutido um modelo possível para a USP&#8221;, conta Flávia Vicentin.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">O professor Oswaldo Massambani, diretor da Agência USP de Inovação, acompanhou os agentes na primeira semana em Oxford. &#8220;Além do treinamento para aprender um dos melhores processos de gestão de transferência de conhecimento, havia ainda o objetivo de colocar as tecnologias desenvolvidas na USP aos olhos da Europa, e Oxford foi nossa janela&#8221;, destaca.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Biodiesel</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">O perfil do biodiesel elaborado pelos especialistas da ISIS, disponível no endereço www.isis-innovation.com/licensing/70638.html, informa que um grupo de pesquisadores do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) desenvolveu um novo processo de produção do combustível, com a criação de um novo catalisador. O método apresenta maior rendimento, com redução de custos de produção, e baixa formação de subprodutos indesejáveis.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">&#8220;A tecnologia já está madura o suficiente para ser transferida ao mercado, havendo o interesse de uma empresa em adquiri-la&#8221;, revela o professor Miguel Dabdoub, coordenador da pesquisa. &#8220;Ao mesmo tempo, uma segunda empresa negocia para viabilizar o investimento de um fundo de capital inglês na USP no sentido de construir uma unidade piloto que possibilite a demonstração em escala industrial, de forma a valorizar mais a tecnologia e a competitividade&#8221;.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Droga inteligente para tratamento do câncer</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">O projeto 70640 (www.isis-innovation.com/licensing/70640.html) traz um novo fármaco-transportador, um sistema de administração do agente fotossensível para o tratamento de câncer de pele, com redução de efeitos secundários. Com essa apresentação, os europeus conheceram o trabalho do grupo liderado pelo professor Antonio Cláudio Tedesco, da FFCLRP, que tem se dedicado ao desenvolvimento contínuo de novas terapias para o tratamento do câncer.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Lubrificante de mamona</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Sobre a nova formulação de compostos derivados do óleo vegetal de mamona, pesquisa coordenada pelo professor João Fernando Gomes de Oliveira, da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), o site da ISIS Innovation (www.isis-innovation.com/licensing/70639.html) diz ser caracterizado pela eficiência como lubrificante para aplicações industriais, especialmente nos processos de corte.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Artigo por <span class="comprimido1"><span style="font-family: ">Rosemeire Soares Talamone</span></span></span><span style="font-size: 7pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><br style="mso-special-character: line-break;" /><br style="mso-special-character: line-break;" /></span></p>
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		<title>UFRJ ganha supercomputador para estudar energia e infra-estrutura</title>
		<link>http://www.opinabrasil.com/2008/05/10/ufrj-ganha-supercomputador-para-estudar-energia-e-infra-estrutura/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 May 2008 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>

		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos mais potentes computadores de alto desempenho para uso acadêmico da América Latina será inaugurado na próxima segunda-feira (12/5), no Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na capital fluminense.
Poderoso Netuno
Denominado Netuno, foi montado com recursos da ordem de R$ 5 milhões concedidos pela Petrobras por meio de duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Um dos mais potentes computadores de alto desempenho para uso acadêmico da América Latina será inaugurado na próxima segunda-feira (12/5), no Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na capital fluminense.<span id="more-71"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Poderoso Netuno</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Denominado Netuno, foi montado com recursos da ordem de R$ 5 milhões concedidos pela Petrobras por meio de duas redes temáticas criadas pela empresa, a Rede de Geofísica Aplicada e a Rede de Modelagem e Observação Oceanográfica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">O <em>cluster</em> (aglomerado) deverá beneficiar, além da UFRJ, outras 14 instituições de ensino e pesquisa brasileiras que integram essas redes temáticas que, a partir de agora, desenvolverão seus projetos utilizando a nova capacidade de processamento. Calcula-se que a nova máquina elevará a capacidade atual instalada em cerca de oito vezes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Desempenho do supercomputador</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">O supercomputador é composto por 256 servidores Dell de alto desempenho, cada um com dois processadores Intel de 2.6 GHz com quatro núcleos de processamento cada. As máquinas são interligadas por uma rede de dados de alta performance, fazendo com que sejam capazes de processar, de forma simultânea, grande volume de algoritmos e de dados numéricos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">De acordo com Sérgio Guedes de Souza, coordenador do Centro de Computação de Alto Desempenho de Geofísica e Oceanografia da UFRJ e responsável pela montagem do Netuno, o desempenho de processamento teórico do equipamento é de cerca de 21,7 teraflops (trilhão de cálculos) por segundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">&#8220;Essa performance, que a princípio tem nos causado certo espanto, faz com que o cluster integre o ranking mundial das 500 maiores máquinas de processamento paralelo. Trata-se de um avanço tecnológico e um salto de qualidade que chega a ser até assustador&#8221;, disse Souza à Agência FAPESP.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">&#8220;Conseguimos ter aproximadamente 74% de aproveitamento do poder computacional do Netuno, o que nos leva a crer que essa máquina estará entre os 100 primeiros maiores computadores do mundo. Ainda estamos aguardando essa comprovação internacional&#8221;, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Redes temáticas</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Também vinculadas à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as redes temáticas têm o objetivo de contribuir para a interação das instituições nacionais envolvidas com projetos de infra-estrutura e de pesquisa e desenvolvimento na área de petróleo, gás e energia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">São 38 redes no total e mais sete núcleos regionais de competência que desenvolvem inovações tecnológicas de interesse estratégico para o setor. &#8220;Por força de lei, a Petrobras tem uma renúncia de recursos de 1% de sua receita bruta para que, em parceria com a ANP, sejam abertos editais de apoio a projetos sobre temas da indústria de petróleo, como por exemplo estudos sísmicos e análise do solo oceânico, que a partir de agora serão desenvolvidos com o auxílio do Netuno&#8221;, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Pólo tecnológico</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">A UFRJ foi escolhida para receber o equipamento por ser um dos pólos tecnológicos da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e também devido à sua proximidade com o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), que tem sede no próprio campus da universidade fluminense, na Ilha do Fundão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">&#8220;O mais importante é que, apesar de estar abrigado na UFRJ, o Netuno não será uma máquina feudal e estará à disposição para rodar projetos e aplicações de diferentes universidades brasileiras, cumprindo seu papel no avanço da rede de conhecimento científico do país&#8221;, destacou Souza.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;"> </span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Artigo por <span class="comprimido1"><span style="font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Thiago Romero</span></span><br style="mso-special-character: line-break;" /><br style="mso-special-character: line-break;" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
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		<title>Carro sem motorista começa a ser avaliado para uso em São Paulo</title>
		<link>http://www.opinabrasil.com/2008/05/01/carro-sem-motorista-comeca-a-ser-avaliado-para-uso-em-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 May 2008 19:59:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

		<category><![CDATA[Técnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Transporte público individualizado

Na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, pesquisadores estão realizando uma avaliação comparativa entre um protótipo de transporte público individualizado (TPI) e ônibus urbanos.O TPI é um veículo com capacidade para até quatro pessoas e com via própria, mas cujo trajeto é programado pelo usuário e sem necessidade de condutor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Transporte público individualizado</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, pesquisadores estão realizando uma avaliação comparativa entre um protótipo de transporte público individualizado (TPI) e ônibus urbanos.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">O TPI é um veículo com capacidade para até quatro pessoas e com via própria, mas cujo trajeto é programado pelo usuário e sem necessidade de condutor. A alternativa já tem protótipos produzidos nos Estados Unidos, na Europa e no Japão.<span id="more-70"></span></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"> </span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Ônibus e mini-carros</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Para realizar esta comparação, o engenheiro Leonardo Hitoshi Hotta fez uma simulação da implantação deste sistema na cidade de São Carlos (SP), que envolveu uma pesquisa com usuários de ônibus e pesquisadores da área de transporte, e também uma comparação entre os dados disponíveis sobre os ônibus municipais e os estimados caso o TPI fosse adotado.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;A partir dos questionários com os usuários de transporte público e pesquisadores, concluímos que o atributo considerado mais importante é a tarifa paga. Para os usuários, fatores como desconforto e demora também foram apontados. Já os pesquisadores da área de transporte (engenheiros, urbanistas e administradores) enfatizaram a questão da viabilidade financeira do sistema, além da adequação à estrutura urbana e consumo de energia&#8221;, conta Hotta.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Alguns dados foram colhidos em campo como, por exemplo, o tempo que o passageiro leva da chegada à parada de ônibus até o embarque, medido por meio de uma câmera instalada em um ponto que acompanhou 60 passageiros e calculou a média de espera do local de embarque.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Táxi sem motorista</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">O pesquisador utilizou então um software canadense de simulação de tráfego (Integration) para o cálculo de tempo de viagem e velocidade, inserindo os dados operacionais disponibilizados pela Prefeitura de São Carlos e as estatísticas do TPI, que foram estimadas utilizando-se os dados de um modelo fabricado na Inglaterra, o ULTra, que está em teste e deve ser implantado no Aeroporto de Heathrow ainda em 2008.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">O veículo, segundo o engenheiro &#8220;uma espécie de táxi sem motorista&#8221;, utiliza energia elétrica e uma via própria, mas o trajeto pode ser programado pelo usuário. Além da privacidade (até quatro pessoas podem viajar juntas, por escolha) e do conforto do transporte até um local mais próximo do destino final do usuário, há a facilidade de poder levar carga e bagagens que podem ser inviáveis de serem transportadas em um ônibus.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Transporte público mais eficiente</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">O sistema ULTRa está em fase de implantação no aeroporto de Londres Outras vantagens do ULTra em relação ao ônibus foram a velocidade média do percurso, 80% maior, e o tempo de atendimento de cerca de 1 minuto e 40 segundos a partir da chegada do usuário ao ponto, que representou um quinto do tempo de atendimento gasto no caso do ônibus.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Por outro lado, a capacidade de atendimento do TPI seria menor que a do ônibus, e o custo para construção da estrutura e operação do veículo seria muito alto. Na Europa, o gasto estimado por quilômetro (km) construído chega aos R$ 15 milhões.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;De uma maneira geral, concluímos que o TPI é uma alternativa interessante ao ônibus. O que não significa que vá substituir os meios de transporte de massa como trem, metrô e VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Nosso estudo serviu principalmente para lançar a discussão do caminho que o transporte público pode tomar e, no caso do ônibus, o índice de insatisfação e a crescente diminuição de usuários deste meio demonstra que é preciso intensificar as pesquisas em soluções tecnológicas diversas ao que existe atualmente&#8221;, conclui.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p> </o:p></span><span class="comprimido1"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Artigo por Luiza Caires</span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Brasil amplia participação em observatório que descobriu origem dos raios cósmicos</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 01:32:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Fruto de uma colaboração entre pesquisadores de 17 países, o observatório Pierre Auger ocupa uma área de 3 mil quilômetros quadrados. É a maior instalação do mundo voltada para a detecção e o estudo de raios cósmicos de altíssima energia. Em operação parcial desde 2004, agora ele vai receber os últimos equipamentos para a conclusão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Fruto de uma colaboração entre pesquisadores de 17 países, o observatório Pierre Auger ocupa uma área de 3 mil quilômetros quadrados. É a maior instalação do mundo voltada para a detecção e o estudo de raios cósmicos de altíssima energia. Em operação parcial desde 2004, agora ele vai receber os últimos equipamentos para a conclusão de sua construção.<span id="more-69"></span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Origem dos raios cósmicos</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Embora só agora tenha recebido os últimos 18 tanques-detectores, de um total de 1.692, o Pierre Auger já gerou, em novembro de 2007, uma das descobertas mais impactantes da ciência no ano: um estudo, publicado na revista Science, demonstrou que os raios cósmicos de energia extrema teriam origem nos buracos negros supermassivos situados no centro de galáxias vizinhas.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">De acordo com um dos membros brasileiros da colaboração, João dos Anjos, pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), os próximos passos do projeto foram definidos durante o encontro dos colaboradores realizado na sede do Pierre Auger no fim de fevereiro. Além do CBPF, oito instituições brasileiras participam da iniciativa.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Auger Norte</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;Um dos projetos em andamento consiste em um melhoramento que permitirá a cobertura de uma região de energia mais baixa, ampliando as possibilidades do observatório. O outro, ainda em fase de negociação, é a construção do Auger Norte, um novo observatório voltado para o estudo do céu setentrional&#8221;, disse à Agência FAPESP.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">O Auger Norte deverá ser instalado no Colorado, nos Estados Unidos, e será bem maior, com cerca de 4 mil tanques instalados em 10 mil quilômetros quadrados. No entanto, o projeto, orçado em US$ 100 milhões, ainda não foi aprovado e os recursos ainda não foram alocados. O observatório na Argentina custou US$ 50 milhões.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Cientistas e indústria brasileira</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;O importante é que os brasileiros, assim como os argentinos, que tiveram participação crucial na construção do Pierre Auger, adquiriram uma ampla experiência que será aproveitada no futuro observatório norte-americano. Certamente o Brasil terá novamente um papel fundamental&#8221;, disse Anjos.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Segundo o cientista, além da participação dos físicos o projeto teve contribuição importante da indústria brasileira, tanto na construção dos tanques como das baterias que alimentam os painéis solares.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;O Brasil produziu mais de um terço dos tanques e as baterias foram fabricadas por uma empresa de Pernambuco. Cada tanque leva duas baterias e cada uma delas custa US$ 120&#8243;, disse o pesquisador.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">A Acumuladores Moura, de Belo Jardim (PE), forneceu as baterias. Os tanques-detectores foram construídos pela Alpina Termoplásticos (SP), no início do projeto, e pela Rotoplastyc Indústria de Rotomoldados (RS), a partir de <st1:metricconverter ProductID="2005. A" w:st="on">2005. A</st1:metricconverter> Schwantz Ferramentas Diamantadas (SP) equipou com lentes, fabricadas no país, os 24 telescópios de fluorescência. A Equatorial Sistemas (SP) fez o projeto e execução das portas dos telescópios e suas caixas ópticas.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;Além de trazer de volta para o Brasil parte dos recursos investidos pelo país, a participação da indústria teve um significado importante por estreitar os laços entre empresas e academia. Esse diálogo foi um dos maiores sucessos do projeto, pois não se trata apenas de encomendar equipamentos. No caso dos tanques e das lentes, houve uma evolução na caracterização do produto&#8221;, destacou.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Análise dos dados</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Os pesquisadores brasileiros, segundo Anjos, também tiveram participação relevante na análise dos dados obtidos pelo observatório, inclusive nas primeiras descobertas de impacto geradas pelo projeto. Segundo ele, essa atuação dos cientistas e empresas nacionais coroa a bem sucedida participação inicial do país no projeto.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;No primeiro momento, em 2000, o grupo argentino ainda não estava bem organizado e coube aos brasileiros a responsabilidade de montar os 30 tanques necessários para obter a certificação do projeto. O Brasil teve uma participação impactante desde o início, na concepção e implementação do Pierre Auger. Agora, estamos colhendo os frutos&#8221;, disse.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Adensamento dos detectores</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">O melhoramento que está sendo realizado no observatório também tem envolvimento ativo dos membros brasileiros. O professor titular do CBPF explica que, no projeto original, desenhado para olhar para uma região de energia de 10<sup>18</sup> elétron-volts, o espaçamento entre os tanques-detectores é de <st1:metricconverter ProductID="1,5 quil�metro" w:st="on">1,5 quilômetro</st1:metricconverter>. Para cobrir um intervalo de energia mais baixa, com 10<sup>17</sup> elétron-volts, os cientistas estão aumentando a concentração de tanques em uma parte do observatório.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;Nessa área, fecharemos um pouco mais a malha da rede de detectores. Com isso, poderemos olhar uma região de energia um pouco mais baixa, estendendo o observatório para um novo intervalo. Será possível sobrepor nossas observações às de outros experimentos voltados para regiões de mais baixa energia&#8221;, disse João dos Anjos.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span class="comprimido1"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Artigo por Fábio de Castro - Agência FAPESP</span></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
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		<title>Brasil ganha centro de estudos em nanotecnologia</title>
		<link>http://www.opinabrasil.com/2008/03/16/brasil-ganha-centro-de-estudos-em-nanotecnologia/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 17:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil acaba de ganhar um centro de pesquisas em nanotecnologia com equipamentos de última geração, que devem possibilitar que o Brasil avance nesta que é considerada uma das mais promissoras áreas de avanço tecnológico deste século. Centro de Nanociência e Nanotecnologia Cesar Lattes
O Centro de Nanociência e Nanotecnologia Cesar Lattes foi inaugurado na tarde desta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">O Brasil acaba de ganhar um centro de pesquisas em nanotecnologia com equipamentos de última geração, que devem possibilitar que o Brasil avance nesta que é considerada uma das mais promissoras áreas de avanço tecnológico deste século.<span id="more-68"></span><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"> </span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Centro de Nanociência e Nanotecnologia Cesar Lattes</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">O Centro de Nanociência e Nanotecnologia Cesar Lattes foi inaugurado na tarde desta terça-feira (4/3) no campus do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), em Campinas (SP), em solenidade que contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Resultado da evolução de um programa de pesquisa em nanotecnologia iniciado em 1999 no LNLS, o novo centro reúne, em uma área construída de 2,2 mil metros quadrados, um conjunto de laboratórios dedicado ao estudo das propriedades de materiais em nível atômico e molecular.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Microscópio eletrônico de transmissão analítica</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) investiu R$ 6 milhões nas obras do prédio, e a FAPESP, US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 4,2 milhões) para a compra de equipamentos, entre eles o microscópio eletrônico de transmissão analítica para nanocaracterização de materiais.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">As instalações do centro funcionarão de forma integrada com as estações experimentais da fonte de luz síncrotron, uma radiação eletromagnética intensa produzida por elétrons de alta energia em um acelerador de partículas. A luz síncrotron abrange uma ampla faixa do espectro eletromagnético: raios X, luz ultravioleta e infravermelha.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Integração</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;Por funcionar junto ao LNLS, esse novo centro de pesquisa, que leva o nome de um símbolo de ciência brasileira com quem tive a oportunidade de compartilhar experiências quando fui professor da Unicamp [Universidade Estadual de Campinas], abriga um conjunto de facilidades que fazem com que esteja na fronteira do conhecimento e seja, de longe, um dos mais completos centros de pesquisas em física, química e biologia no hemisfério Sul&#8221;, disse Rezende.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;As instalações do Centro de Nanociência e Nanotecnologia Cesar Lattes também serão utilizadas em forma de rede por pesquisadores de todo o mundo, em especial da América Latina, com vistas a contribuir para o desenvolvimento da ciência nacional e internacional&#8221;, afirmou o ministro.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">De acordo com José Antonio Brum, diretor-geral do LNLS, instituição de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o Centro de Nanociência e Nanotecnologia Cesar Lattes funcionará de maneira integrada ao LNLS, &#8220;mas com certa autonomia e podendo caminhar com suas próprias pernas&#8221;.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;A inauguração do centro representa a consolidação do LNLS, que tem a única fonte de luz síncrotron na América Latina&#8221;, disse Brum à Agência FAPESP. &#8220;Em um único campus temos um complexo de pesquisa que busca maior sinergia com os diversos setores industriais e com o conhecimento de pesquisa básica das universidades, que abriga a grande massa crítica do conhecimento científico e tecnológico no país.&#8221;</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Nanossemicondutores</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Das linhas de pesquisa que hoje estão em andamento no LNLS e que deverão continuar sendo desenvolvidas no centro que acaba de ser inaugurado, Brum destaca as pesquisas em tecnologia da informação (TI) na área de nanossemicondutores.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;Trata-se de pequenos aglomerados de centenas de átomos de semicondutores que poderão ser, no futuro, a célula básica dos dispositivos eletrônicos utilizados em diferentes fins&#8221;, afirmou. Brum também destacou as pesquisas na área de matéria mole (soft matter), que envolve a solução de problemas fundamentais em compostos como polímeros.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;Essa linha de pesquisa gera muito interesse na comunidade científica devido à sua complexidade e a dificuldade em obter resultados. Mas agora, com os equipamentos disponíveis no novo centro, associados à luz síncrotron, conseguiremos enxergar as matérias moles em seus detalhes atômicos para entender, definitivamente, como elas funcionam&#8221;, disse.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Matérias moles</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">As aplicações das matérias moles são inúmeras, apontou Brum, e vão desde plásticos até cosméticos. &#8220;Para essas pesquisas estamos estudando parcerias com empresas como a Braskem e a Natura, de modo que seus pesquisadores venham para o nosso laboratório e tenham acesso aos equipamentos aqui instalados&#8221;, explicou.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;A idéia é promover a utilização dos equipamentos e do conhecimento científico gerado no laboratório para atrair indústrias que tenham programas específicos de desenvolvimento tecnológico&#8221;, acrescentou.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Seguindo as mesmas regras de utilização do LNLS, cujo desenvolvimento de pesquisas é aberto às comunidades científicas nacional e internacional, o Centro de Nanociência e Nanotecnologia Cesar Lattes também receberá propostas de projetos para utilização de suas instalações físicas. &#8220;Assim como já ocorre com todo o LNLS, aproximadamente 75% do tempo de utilização das instalações do centro deverá ser destinado à comunidade externa&#8221;, explicou Brum.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">O centro já conta com dois microscópios eletrônicos em funcionamento, recém-adquiridos com apoio da FAPESP. Ao longo de 21 anos de existência, o LNLS recebeu em suas instalações mais de 6 mil pesquisadores do Brasil e do exterior.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Centro de Tecnologia do Bioetanol</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Durante a solenidade de lançamento do Centro Cesar Lattes também foi anunciada a criação de outro instituto de pesquisa, o Centro de Tecnologia do Bioetanol, que será construído em terreno dentro do campus do LNLS, em Campinas.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">A proposta de construção desse centro tem relação com os resultados do Projeto Etanol, conduzido pelo Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (Nipe) da Unicamp e coordenado pelo físico Rogério Cezar de Cerqueira Leite.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">O trabalho, concluído em 2007 sob encomenda do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), fez um panorama do futuro energético brasileiro, com indicadores sobre a importância dos biocombustíveis para a superação da dependência mundial dos combustíveis fósseis.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Os pesquisadores estimaram, por exemplo, que em <st1:metricconverter ProductID="2025 a" w:st="on">2025 a</st1:metricconverter> demanda mundial de gasolina para veículos leves será de 1,7 trilhão de litros, o que representa um crescimento de 48% em relação ao 1,15 trilhão de litros consumidos em 2005.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Ciência básica do etanol</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;Uma das principais conclusões do Projeto Etanol é que o Brasil está muito atrasado na questão da ciência básica do etanol. Fizemos um estudo específico que analisou dez mil artigos de qualidade sobre o assunto, publicados em revistas científicas de todo o mundo, e nenhum deles tinha autores brasileiros&#8221;, disse Cerqueira Leite à Agência FAPESP.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;Isso que dizer que, apesar de ter tido um desenvolvimento tecnológico extremamente avançado na área de produção e melhoria agrícola, o Brasil ainda produz muito pouco conhecimento para entender, por exemplo, os mecanismos da hidrólise ácida e enzimática ou o que ocorre com as plantas quando elas convertem energia solar em energia química&#8221;, afirmou.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Segundo Cerqueira Leite, o Centro de Tecnologia do Bioetanol, cujas atividades serão focadas tanto em pesquisa básica como aplicada, &#8220;foi concebido para sanar a situação de deficiência e atraso do Brasil na área&#8221;. A previsão é que as instalações físicas estejam prontas até o fim do ano. Os primeiros equipamentos de pesquisa deverão ser comprados no início de 2009.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span>  <span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Artigo por <span class="comprimido1"><span style="font-family: 'Arial Narrow'">Thiago Romero - Agência FAPESP</span></span></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>No que a Índia pode nos servir de exemplo</title>
		<link>http://www.opinabrasil.com/2008/02/10/no-que-a-india-pode-nos-servir-de-exemplo/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 20:24:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

		<category><![CDATA[Econômia]]></category>

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		<description><![CDATA[Lendo uns artigos na internet me deparei com este  artigo com uma interessante analise do ponto de vista econômico.
Segue o artigo na integra: 
&#8220;O mercado de serviços de tecnologia da informação (TI) - que inclui tudo o que não é hardware - movimentou US$ 9,09 bilhões no Brasil em 2006, de acordo com estudo da consultoria AT [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Arial Narrow'">Lendo uns artigos na internet me deparei com este  artigo com uma interessante analise do ponto de vista econômico.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Arial Narrow'">Segue o artigo na integra: </span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;O mercado de serviços de tecnologia da informação (TI) - que inclui tudo o que não é hardware - movimentou US$ 9,09 bilhões no Brasil em 2006, de acordo com estudo da consultoria AT Kearney. São números expressivos para o mercado interno, reflexo da presença por aqui de subsidiárias da maior parte das 500 maiores organizações do ranking da revista Fortune.<span id="more-67"></span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Arial Narrow'"><br />
O Brasil ocupa o 12 lugar entre os países que mais gastam com software e serviços. A primeira posição fica com os Estados Unidos, que demandam algo em torno de US$ 530 bilhões ao ano com serviços de TI.<br />
O Brasil possui um grande parque tecnológico e uma comunidade de TI com profissionais altamente qualificados e criativos. Nossa localização geográfica, o fuso horário privilegiado e o fator custo nos aproxima dos mercados americano e europeu, altamente demandantes por serviços.<br />
Além disso, somos reconhecidos como a nação que possui a tecnologia mais avançada em meios eletrônicos de pagamento, sendo nosso sistema bancário referência para muitas nações que começam a aperfeiçoar seus sistemas financeiros. Apesar de todo esse know-how, não conseguimos exportar mais de 1% de todos os serviços de tecnologia que demandam as empresas norte-americanas. Desse mercado gigantesco de meio trilhão de dólares, a maior parte (84%) é abocanhada pela Índia.<br />
Existem algumas razões que podem explicar tamanha diferença. A primeira delas é o idioma. Nisso, a Índia pode ter sido ligeiramente privilegiada por conta de sua colonização inglesa, que incorporou o inglês como segundo idioma do país, mas também foi fruto de investimentos maciços por parte do governo indiano, que há pelo menos duas décadas detectou que o país poderia tirar proveito de um mercado que estava apenas nascendo para gerar riquezas para uma nação na qual a riqueza e a miséria convivem lado a lado.<br />
Por não demandar pesados investimentos em infra-estrutura, o segmento de software na Índia foi ganhando cada vez mais espaço e hoje o país asiático é reconhecido como o maior exportador de talentos nessa área, especialmente para o mercado norte-americano. Fruto dos pesados investimentos em educação feitos pelo governo e pelas empresas privadas na Índia, que culminaram na formação de uma massa de profissionais que ajudaram o país a se tornar uma potência mundial quando o assunto é software. A Índia é uma nação que forma anualmente mais de 400 mil engenheiros, grande parte atuando nos departamentos de tecnologia da informação em grandes empresas do setor.<br />
Para se ter uma idéia, no ano fiscal encerrado em março de <st1:metricconverter ProductID="2007, a" w:st="on">2007, a</st1:metricconverter> Índia somou mais de US$ 30 bilhões em vendas externas de serviços de TI, enquanto o Brasil exportou cerca de US$ 800 milhões no ano calendário 2006. É pouco se comparado ao grande potencial que o Brasil possui para se tornar uma plataforma de exportação &#8220;nearshore&#8221;, tanto para os Estados Unidos quanto para Europa e os demais países da América Latina.<br />
Ser um exportador nearshore significa que podemos prestar serviços de tecnologia da informação em tempo real para países próximos em termos de geografia e, principalmente, de fuso horário, caso dos Estados Unidos, de onde estamos há duas ou três horas de diferença de cidades importantes como Nova York, Chicago e Washington, por exemplo.<br />
Este é um momento importante para que o Brasil dê um passo à frente na busca por uma fatia importante deste mercado, visto que a Índia começa a dar sinais de esgotamento de sua capacidade de atendimento à demanda global e a China, apesar de sua alta capacidade de crescimento, agrava o problema relativo ao fuso horário e ao idioma.<br />
Só com um grande contingente de profissionais bem preparados conseguiremos suprir a demanda interna e concentrar nossos recursos também para exportação. A oportunidade existe e está em nossas mãos. Para isso é fundamental o investimento em educação, tanto de base quanto técnica, assim como fez o governo indiano.<br />
Isso inclui sinergias e alianças entre empresas, universidades, poder público e sociedade para viabilizarmos a formação de novos profissionais, visando atender à demanda global e, com isto, proporcionar crescimento econômico, geração de divisas e mais oportunidades de emprego qualificado&#8221;.</span><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Arial Narrow'">Artigo:<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 9.5pt; font-family: 'Arial Narrow'">(Gazeta Mercantil) CESAR CASTELLI* - Presidente da Tata Consultancy Services do Brasil (TCS))</span><span style="font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span></p>
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		<title>Começa disputa pela primeira fábrica brasileira de chips</title>
		<link>http://www.opinabrasil.com/2008/02/03/comeca-disputa-pela-primeira-fabrica-brasileira-de-chips/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Feb 2008 19:22:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do anúncio feito nesta semana pelos dirigentes da empresa norte-americana Symetrix Corporation, da construção de uma fábrica de semicondutores no Brasil, a dúvida que restou é em qual região ela será instalada. Os estados candidatos são Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo.



Suporte de pesquisas
O projeto do empreendimento foi divulgado pelo diretor e co-fundador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Depois do anúncio feito nesta semana pelos dirigentes da empresa norte-americana Symetrix Corporation, da construção de uma fábrica de semicondutores no Brasil, a dúvida que restou é em qual região ela será instalada. Os estados candidatos são Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo.<span id="more-66"></span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Suporte de pesquisas</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">O projeto do empreendimento foi divulgado pelo diretor e co-fundador da empresa de alta tecnologia, o brasileiro Carlos Paz de Araujo, e por outros dirigentes, em cerimônia na capital federal que contou com a presença do ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Resende.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Na ocasião, Araujo, que é professor na Universidade do Colorado (EUA), disse que contará, nas atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) da indústria, com o suporte do Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (CMDMC), vinculado ao Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Semicondutores ferroelétricos</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Trata-se da primeira indústria voltada para a fabricação de semicondutores ferroelétricos da América Latina. Os investimentos previstos são da ordem de US$ 1 bilhão, por meio de uma parceria da Symetrix, um grupo de empresários estrangeiros, com a Panasonic. Estima-se que serão gerados pelo menos 700 empregos diretos.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">O investimento permitirá a produção de chips de memória para os chamados &#8220;cartões inteligentes&#8221;, que têm aplicações variáveis, como a utilização em movimentações bancárias de entidades financeiras, bilhetes para o transporte público, documentos e até para a telefonia celular e TV digital.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Interesse paulista</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Presentes à cerimônia em Brasília, José Arana Varela e Élson Longo, diretores do CMDMC, defendem a instalação da fábrica da Symetrix <st1:personname ProductID="em São Paulo." w:st="on">em São Paulo.</st1:personname> &#8220;A maior vantagem estratégica do estado é a proximidade que a fábrica teria com a mão-de-obra qualificada das centenas de mestres e doutores formados anualmente pelas universidades paulistas&#8221;, disse José Arana Varela, pró-reitor de Pesquisa da Unesp, à Agência FAPESP. &#8220;Sem contar que São Paulo reúne os principais grupos de pesquisa que trabalham com materiais ferroelétricos&#8221;, aponta.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;Estamos falando de um investimento total, em um período de dois ou três anos, de cerca de US$ 1 bilhão, em uma fábrica que vai produzir para o mercado nacional e estrangeiro. Mas infelizmente ainda não houve grandes contatos da administração pública paulista com os dirigentes da empresa. Precisamos chamar a atenção das autoridades de São Paulo de que essa é uma possibilidade próxima e real&#8221;, disse o também professor do Instituto de Química de Araraquara da Unesp.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Transferência de tecnologia</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Segundo Varela, há pouco mais de um ano, Carlos Paz de Araujo o procurou para fazer uma consulta sobre a instalação de um empreendimento dessa natureza no Brasil. &#8220;Naquela época ele já havia dito que iria precisar de nosso apoio acadêmico para a transferência de tecnologias, treinamento de pessoal e indicação de recursos humanos para ocupar os cargos de pesquisa e desenvolvimento na indústria. O projeto avançou de tal modo que hoje eles inclusive já iriam definir os nomes de alguns diretores que irão liderar a indústria aqui no Brasil&#8221;, disse.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Memórias FeRAM</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Calcula-se que a tecnologia de memória ferroelétrica (FeRAM) possa ser lida e escrita por cerca de cem trilhões de vezes, enquanto a memória magnética de um cartão comum só suporta algumas dezenas de milhares de vezes. &#8220;Esses cartões ferroelétricos têm duração indefinida, a não ser que ele seja quebrado ou perdido. Nele será possível guardar muito mais informação em um espaço bem menor&#8221;, compara Varela.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Fluminenses saem na frente</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Élson Longo, diretor-geral do CMDMC, afirma que, com o anúncio da fábrica no Brasil, iniciou-se uma corrida por parte dos dirigentes governamentais e da comunidade científica de São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco para a instalação em seus respectivos estados.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;É possível que nos próximos dias um protocolo de intenções seja assinado entre a Symetrix e o governo do Rio de Janeiro, estado que já deu um passo à frente. A eventual instalação no estado fluminense não impediria as atividades do CMDMC na fábrica. Mas os pesquisadores e o poder público de São Paulo precisam se mobilizar para que ela possa ser construída aqui&#8221;, disse Longo à Agência FAPESP.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Isenta de impostos</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">A instalação da indústria se beneficiará de um decreto presidencial relacionado ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Ciência e Tecnologia, que isenta de todos os impostos federais as empresas do setor de semicondutores, uma das quatro prioridades da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (Pitce) do governo federal.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">A Symetrix Corporation foi fundada em 1986 na cidade de Colorado Springs, nos Estados Unidos. A empresa tem mais de 180 patentes na área de microeletrônica e as licencia para fabricantes no Japão, Coréia, Europa e Estados Unidos.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Arial Narrow'">Artigo por <span class="comprimido1"><span style="color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Thiago Romero Agência FAPESP</span></span><span style="color: black"></span></span><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Arial Narrow'"><span style="color: black"></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cientistas brasileiros mostram que é possível desnudar um buraco negro</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jan 2008 23:28:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucos segredos no Universo são tão bem guardados quanto o interior de um buraco negro. O horizonte de eventos - como é conhecida sua região fronteiriça, a partir da qual a força gravitacional é tão imensa que nada pode escapar - mantém escondida a chamada singularidade, um ponto no espaço-tempo no qual as leis conhecidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Poucos segredos no Universo são tão bem guardados quanto o interior de um buraco negro. O horizonte de eventos - como é conhecida sua região fronteiriça, a partir da qual a força gravitacional é tão imensa que nada pode escapar - mantém escondida a chamada singularidade, um ponto no espaço-tempo no qual as leis conhecidas da física não valem.<span id="more-65"></span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"> </span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Desnudando um buraco negro</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Um estudo realizado por dois brasileiros, George Matsas, professor do Instituto de Física Teórica (IFT) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), e o doutorando André da Silva, sugere a possibilidade de se &#8220;desnudar&#8221; o centro de um buraco negro, desfazendo-se o horizonte de eventos por meio de um processo da mecânica quântica conhecido por tunelamento.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">O artigo foi publicado na revista Physical Review Letters e motivou uma reportagem na revista Nature, por contradizer a hipótese da &#8220;censura cósmica&#8221;, conjecturada em 1969 pelo físico inglês Roger Penrose, segundo a qual não seria possível existir singularidades &#8220;nuas&#8221;, isto é, não revestidas pelo horizonte de eventos.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Gravitação quântica</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;A relatividade geral não tem elementos para desvendar a estrutura de uma singularidade. Mas acreditamos que, em uma futura teoria da gravitação quântica, a singularidade nua não será problemática&#8221;, disse Matsas à Agência FAPESP.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Segundo o cientista, a singularidade é uma região com densidade tendendo ao infinito - com massa finita e volume próximo a zero - que concentra toda a energia do buraco negro. &#8220;Nessas regiões, nossos conceitos de tempo e espaço não se aplicam. Desvendar a natureza da singularidade poderia levar a uma quebra de paradigma, revolucionando esses conceitos&#8221;, explicou.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Perturbações no universo</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">No entanto, segundo o físico, ninguém sabe ao certo as conseqüências de se &#8220;desnudar&#8221; a singularidade. &#8220;O horizonte de eventos protege o resto do Universo de ser contaminado pela singularidade. Segundo a relatividade geral, ao se expor uma singularidade parte do Universo pode sofrer perturbações imprevisíveis&#8221;, afirmou.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">De acordo com o professor, a conjectura de Penrose propõe que o próprio Universo teria encontrado no horizonte de eventos uma forma para se proteger da imprevisibilidade inerente das singularidades, impedindo sua exposição.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Censurando a obscenidade</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;Podemos dizer que a conjectura postulada por Penrose realmente ?censura? a obscenidade de uma singularidade nua. O Universo teria nos protegido de vislumbrar o impensável&#8221;, disse.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Mas a singularidade só seria &#8220;censurada&#8221; dentro da relatividade geral. &#8220;Acreditamos que ela poderia ser desvendada em uma teoria da gravitação quântica, que levaria em conta tanto ingredientes quânticos como da relatividade. O problema é que ainda não temos essa teoria completa&#8221;, destacou.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong> <strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Limite de rotação</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Matsas conta que no estudo foi utilizada uma teoria semiclássica, com aplicação de ingredientes da mecânica quântica e da teoria da relatividade geral a fim de saber se existe um mecanismo quântico que possa gerar singularidades nuas na natureza.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;Sabe-se que um buraco negro não pode ter mais rotação do que um certo limite. Se isso ocorrer, o horizonte de eventos desaparece e a singularidade passa a ficar exposta. O problema era saber como um buraco negro poderia rodar muito mais rápido&#8221;, disse Matsas.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Chute com efeito</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Segundo os cientistas, isso poderia ser feito por uma partícula lançada tangencialmente no buraco negro que - de modo similar a uma bola chutada &#8220;com efeito&#8221; - aumentasse a rotação do buraco ao ser absorvida. Mas, no contexto da relatividade geral, isso ainda não seria suficiente para rodar o buraco com velocidade capaz de expor a singularidade.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"> </span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Tunelamento</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;Por conta disso, levamos em consideração o efeito quântico do tunelamento. Com ele, uma partícula lançada tangencialmente, mas com muito pouca energia, seria capaz de ser absorvida ao atingir o horizonte de eventos, rotacionando o buraco negro além do limite que pode suportar, expondo, em conseqüência, sua singularidade&#8221;, disse.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Matsas explica que, de acordo com a mecânica quântica, as partículas quânticas têm a estranha propriedade de &#8220;tunelar&#8221; por meio de barreiras que, de acordo com a mecânica clássica, não teriam energia suficiente para suplantar.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong> <strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Toda nudez é possível</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;Nossa idéia é que essa partícula tunelaria buraco adentro por um potencial gravitacional. A probablidade é muito pequena, por isso ser improvável para corpos macroscópicos, mas nosso problema é conceitual. Em princípio calculamos a propriedade de tunelamento e concluímos que ela é diferente de zero. Dentro de uma teoria da gravitação quântica, não há por que não acreditar que singularidades nuas não se formassem&#8221;, afirmou o físico.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Mas, para ter certeza de que as singularidades nuas podem ser formadas, será preciso dispor de uma teoria completa da gravitação quântica, adverte Matsas. &#8220;Sem ela, não podemos ter certeza de que outros efeitos ainda não contemplados poderiam interferir na formação de uma singularidade nua. Por enquanto temos apenas uma evidência semiclássica&#8221;, afirmou.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
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<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
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<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Limites das teorias científicas</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Embora a teoria da gravitação quântica esteja incompleta, segundo Matsas há um híbrido teórico semiclássico bastante sólido com o qual se pode trabalhar.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'">&#8220;Não se espera que um avião vá à Lua. Basta que ele cumpra sua função dentro de suas limitações. Da mesma forma, uma teoria não tem obrigação de ser completa, mas de ser sólida em relação àquilo a que se presta&#8221;, ressaltou.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span></p>
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<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: 'Arial Narrow'"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Arial Narrow'">Artigo por <span class="comprimido1"><span style="color: black; font-family: 'Arial Narrow'">Fábio de Castro Agência FAPESP</span></span><o:p></o:p></span></p>
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