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	<title>Opina Brasil</title>
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		<title>Azulejos que matam bactérias são desenvolvidos por brasileiros</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 12:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Técnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores brasileiros desenvolveram uma técnica que permite a fabricação de azulejos e cerâmicas com proteção contra bactérias durante toda a vida útil do material.
Da graduação ao doutorado
A pesquisa começou como um projeto de iniciação científica, uma pesquisa feita por estudantes de graduação, antes mesmo que eles se formem, cujo principal objetivo é justamente a formação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores brasileiros desenvolveram uma técnica que permite a fabricação de azulejos e cerâmicas com proteção contra bactérias durante toda a vida útil do material.<span id="more-117"></span></p>
<p>Da graduação ao doutorado</p>
<p>A pesquisa começou como um projeto de iniciação científica, uma pesquisa feita por estudantes de graduação, antes mesmo que eles se formem, cujo principal objetivo é justamente a formação de novos pesquisadores.</p>
<p>Thiago Sequinel, então estudante na Universidade Estadual de Ponta Grossa, no Paraná, orientado pelo professor Sérgio Mazurek Tebcherani, desenvolveu um método para a obtenção de nanopartículas de óxido de titânio, partículas com dimensões na faixa dos nanômetros &#8211; bilionésimos de metro &#8211; com reconhecidas propriedades bactericidas.</p>
<p>Depois da graduação, já no mestrado, Sequinel conseguiu que as nanopartículas individuais fossem agrupadas para formar um filme finíssimo.</p>
<p>Agora no doutorado, o pesquisador desenvolveu um processo para que essa película de nanopartículas de titânio interagisse com o substrato, ou seja, com a cerâmica, aderindo de forma permanente a azulejos, ladrilhos e pisos.</p>
<p>Azulejos bactericidas</p>
<p>O resultado final da pesquisa são peças de revestimento cerâmico cobertas com material bactericida, o óxido de titânio.</p>
<p>&#8220;Por meio de alta pressão e uma temperatura de cerca de 480º C, o filme interagiu com o material&#8221;, disse Sequinel, ressaltando que técnicas anteriores necessitavam de mais de 700º C para promover a aderência dos óxidos.</p>
<p>Com isso, pisos e azulejos ganham o óxido de titânio que, ao se incorporar à cerâmica, lhes confere proteção contra bactérias durante toda a vida útil da peça.</p>
<p>&#8220;É muito forte o apelo comercial do produto para a área da saúde&#8221;, disse Sequinel. Ele destaca que pisos e azulejos com óxido de titânio podem ser empregados em hospitais, restaurantes industriais, indústrias alimentícias e qualquer lugar que necessite de um alto grau de assepsia.</p>
<p>Da ideia ao produto</p>
<p>O reconhecimento veio rápido, dando uma ideia da importância da inovação. Em 2008, o projeto da cerâmica bactericida venceu a etapa continental de uma competição internacional que avalia produtos desenvolvidos por estudantes e que ainda não tenham participação de empresas.</p>
<p>Agora, Sequinel conquistou o primeiro lugar etapa mundial do Idea to Product Competition 2009 (I2P). O pesquisador integrou a equipe Nanoita, junto com Tebcherani e mais dois professores, René Rodrigues Fernandes, da Fundação Getúlio Vargas, e José Arana Varela, seu atual orientador de doutorado na Unesp.</p>
<p>O principal objetivo do I2P é incentivar que ideias com bom potencial de comercialização ganhem o mercado. Por isso, o primeiro prêmio envolve a quantia de US$ 10 mil a fim de dar o impulso inicial ao novo negócio.</p>
<p>&#8220;Estamos negociando o licenciamento de fabricação com três grandes empresas cerâmicas&#8221;, disse Sequinel.</p>
<p>Artigo por Com informações da Agência Fapesp</p>
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		<title>Cientistas brasileiros querem testar as leis fundamentais da Física</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 12:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Técnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Verdades questionadas
Testar as leis fundamentais da física: é este objetivo grandioso o grande motivador do projeto Física e astrofísica de neutrinos, coordenado pelo físico Marcelo Moraes Guzzo, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
O trabalho consistirá na checagem de pressupostos largamente adotados nos estudos da física &#8211; como a de que as leis da física não mudam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Verdades questionadas</p>
<p>Testar as leis fundamentais da física: é este objetivo grandioso o grande motivador do projeto Física e astrofísica de neutrinos, coordenado pelo físico Marcelo Moraes Guzzo, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).<span id="more-113"></span></p>
<p>O trabalho consistirá na checagem de pressupostos largamente adotados nos estudos da física &#8211; como a de que as leis da física não mudam quando se passa de um referencial inercial a outro ou de que a massa inercial de um corpo é equivalente à sua massa gravitacional.</p>
<p>&#8220;Essas leis e outras do mesmo porte são tidas como certas, mas precisam ser testadas de todas as formas imagináveis. Uma maneira muito poderosa e eficaz de testá-las é por meio dos neutrinos&#8221;, disse Guzzo.</p>
<p>Ondas quânticas</p>
<p>O teste se baseia em um fenômeno chamado oscilação quântica de neutrinos (OQN), previsto pelo físico italiano Bruno Pontecorvo (1913-1993) em 1957 e comprovado experimentalmente em 1998.</p>
<p>Como todas as partículas subatômicas, os neutrinos se propagam no espaço como ondas. E a OQN é um fenômeno de interferência, semelhante ao que ocorre quando duas ou mais ondas se cruzam na superfície da água. A diferença é que, aqui, não se trata de ondas mecânicas, mas sim quânticas.</p>
<p>&#8220;A oscilação quântica de neutrinos é muito sensível a qualquer variação de parâmetros. Por exemplo, se a massa inercial fosse diferente da massa gravitacional por um fator tão pequeno quanto 10 elevado a menos 15 (um milionésimo de bilionésimo), isso já seria suficiente para afetar a OQN. Caso ocorresse, tal alteração desmentiria a equivalência entre massa inercial e massa gravitacional&#8221;, explicou Guzzo.</p>
<p>O trabalho do grupo da Unicamp é fazer previsões teóricas que, uma vez publicadas nas revistas especializadas, possam inspirar outras equipes de pesquisa.</p>
<p>Radioatividade no corpo humano</p>
<p>Tudo isso parece muito exótico porque o neutrino ainda é uma partícula cercada de mistério. No entanto, os neutrinos são, juntamente com os fótons (corpúsculos de luz ou, mais precisamente, partículas associadas à interação eletromagnética), os objetos mais abundantes no Universo.</p>
<p>Estima-se que para cada próton existam cerca de 10 bilhões de neutrinos. E eles não estão necessariamente longe. Por exemplo, a cada hora o corpo humano emite cerca de 20 milhões de neutrinos, liberados por míseros 20 miligramas de potássio radioativo presentes no organismo.</p>
<p>A cada segundo, os seres humanos são atravessados por aproximadamente 50 bilhões de neutrinos gerados por fontes radioativas naturais da Terra, mais de 100 bilhões saídos de reatores nucleares e de 100 trilhões a 400 trilhões vindos do Sol. Esses últimos chegam inclusive à noite, pois são capazes de atravessar o planeta inteiro, entrando por um lado e saindo pelo outro.</p>
<p>Partícula misteriosa</p>
<p>De onde vem, então, a aura de mistério que circunda essa partícula? Vem do fato de que ela praticamente não interage com nada. Tanto assim que, em 1934, o físico Hans Bethe (1906-2005) chegou a afirmar que o neutrino jamais seria observado.</p>
<p>No entanto, em junho de 1956, Clyde Cowan (1919-1974) e Fred Reines (1918-1998), dois físicos do Laboratório de Los Alamos, nos Estados Unidos, o mesmo onde foi produzida a bomba atômica, conseguiram desmentir a profecia e detectar o fugidio corpúsculo.</p>
<p>Mas a detecção ainda é um problema. Além de ser feita de maneira indireta, exige quantidades descomunais de neutrinos e detectores gigantescos, como o Super-Kamiokande, no Japão, e o IMB (Irvine,  Michigan, Brookhaven), nos Estados Unidos.</p>
<p>Com massas da ordem de 50 mil toneladas e enterrados em grandes profundidades, para barrar a influência dos raios cósmicos, esses detectores utilizam água puríssima, na qual o trânsito ultrarrápido das partículas produz indiretamente, por meio de uma sucessão de efeitos, uma luminescência azulada, conhecida como radiação de Cherenkov.</p>
<p>Descoberta do neutrino</p>
<p>A existência do neutrino foi proposta teoricamente por Wolfgang Pauli (1900-1958) em 1930, com o objetivo de explicar por que, no decaimento beta (processo de desintegração em que um núcleo atômico se transforma em outro e emite um elétron), a energia do elétron emitido não correspondia ao valor esperado.</p>
<p>Segundo o grande físico austríaco, uma partícula, que ele chamou de &#8220;X&#8221;, carregava consigo a energia que faltava ao elétron. Sabe-se, hoje, que o decaimento beta corresponde à desintegração do nêutron, detectado em 1932 pelo inglês James Chadwick (1891-1974).</p>
<p>O físico italiano Enrico Fermi (1901-1954) rebatizou a &#8220;partícula X&#8221; com o nome de neutrino, para indicar que ela era eletricamente neutra e possuía muito pouca massa. Além disso, Fermi utilizou a hipótese do neutrino para elaborar uma teoria abrangente do decaimento beta. Nela, descrevia o espectro de energia do decaimento beta para um neutrino de massa nula e como o espectro mudaria se o neutrino tivesse uma pequena massa.</p>
<p>Equilíbrio gravitacional do Universo</p>
<p>A questão da massa do neutrino arrastou-se por décadas e ainda não está inteiramente resolvida. Durante muito tempo acreditou-se que essa partícula, assim como o fóton, teria massa nula. Hoje admite-se uma massa diferente de zero, porém seu valor exato continua desconhecido.</p>
<p>Embora muito pequena, várias ordens de grandeza menor do que a massa do elétron, a massa do neutrino desempenharia um papel crucial no equilíbrio gravitacional do Universo, devido ao número literalmente astronômico dessas partículas.</p>
<p>Graças aos detectores gigantes, o estudo dos neutrinos avançou muito nas últimas décadas. &#8220;Com o aprimoramento dos métodos de detecção, essas partículas ainda misteriosas poderão vir a ser uma excelente fonte de informação sobre regiões distantes &#8211; como, por exemplo, o centro do Sol&#8221;, disse Guzzo.</p>
<p>Os fótons gerados no centro do Sol levam cerca de 1 milhão de anos para alcançar a superfície de nossa estrela e daí viajar para a Terra. Os neutrinos, devido ao fato de praticamente não interagirem com nenhuma outra partícula, viajam do centro do Sol à Terra em apenas 8 minutos.</p>
<p>&#8220;Em outras palavras, as informações trazidas pela radiação eletromagnética acerca do núcleo solar são velhas. As informações trazidas pelos neutrinos são novas em folha. Precisamos apenas descobrir como acessá-las&#8221;, destacou Guzzo.</p>
<p>Artigo por José Tadeu Arantes &#8211; Agência Fapesp</p>
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		<title>Equipamento desenvolvido no Brasil traduz páginas da Internet em braille</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 16:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores da Unesp (Universidade Estadual Paulista) criaram um console em braille para permitir o acesso de deficientes visuais ao conteúdo de páginas da internet.
O objetivo da pesquisa, que está em andamento, é construir um dispositivo eletromecânico, reconfigurável em tempo real, capaz de exibir todos os diferentes sinais do alfabeto braille em uma matriz de pontos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Pesquisadores da Unesp (Universidade Estadual Paulista) criaram um console em braille para permitir o acesso de deficientes visuais ao conteúdo de páginas da internet.<span id="more-110"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">O objetivo da pesquisa, que está em andamento, é construir um dispositivo eletromecânico, reconfigurável em tempo real, capaz de exibir todos os diferentes sinais do alfabeto braille em uma matriz de pontos que se elevam e abaixam em uma superfície de referência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Leitura em braille</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">A leitura e escrita de pessoas com deficiência visual se dá principalmente por meio do sistema inventado pelo francês Louis Braille (1809-1852). Trata-se de um alfabeto cujos caracteres se indicam por pontos em relevo, distinguidos por meio do tato.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">A partir de seis pontos salientes é possível fazer 63 combinações para representar letras simples e acentuadas, pontuações, algarismos, sinais algébricos e notas musicais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">&#8220;Montados lado a lado em um teclado de leitura, os dispositivos se ligam a um processador capaz de ler um texto em uma tela comum de computador e o converter para os sinais braille&#8221;, afirma o pesquisador José Márcio Machado, que está desenvolvendo o console em braille em conjunto com seu colega Mário Luiz Tronco, especialista em robótica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Computação a serviço dos deficientes</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">O projeto está na fase de construção do hardware. Machado ressalta que o aparelho, chamado dispositivo anagliptográfico, não converte arquivos de texto em áudio, uma vez que já existem outros equipamentos capazes de fazer isso. &#8220;Não é do nosso conhecimento que existam no Brasil pesquisas para o desenvolvimento desse tipo de equipamento, mas sabemos que existem resultados na área de conversão de texto em voz&#8221;, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">A tecnologia de computação tem tornado possível o rompimento das barreiras em relação aos portadores de deficiência visual. Antes, um texto extenso demorava horas para ser criado manualmente em braille. Hoje, o processo leva minutos com o uso de impressoras específicas para o sistema.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Por enquanto, o projeto envolve apenas a utilização de computadores de mesa (desktops). &#8220;A miniaturização para uso em unidades portáteis (como notebooks) dependerá de desenvolvimentos e investimentos futuros&#8221;, disse Machado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">&#8220;Em uma etapa posterior, finalizados os testes com o protótipo, será possível determinar custos de produção em maior escala, mas as tecnologias envolvidas são todas acessíveis ao parque industrial do país&#8221;, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Figuras táteis</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">De acordo com o coordenador do projeto, o próximo passo será disponibilizar o dispositivo para testes com deficientes visuais. &#8220;Também pensamos em realizar uma generalização da ideia original para representar, por matrizes de pontos reconfiguráveis com maior dimensão, gráficos e figuras simples, que seriam reconhecidos pelo usuário também por via tátil. Isso seria muito importante, por exemplo, para o ensino de conceitos matemáticos avançados&#8221;, apontou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Em relação às limitações, Machado aponta que a principal é falta de mão de obra especializada, &#8220;que acaba reduzindo a velocidade dos desenvolvimentos&#8221;. A possibilidade de registro de patente é uma questão a ser examinada quando a etapa de testes terminar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">O professor da Unesp conta que o grupo está elaborando um artigo para apresentação na Conference on Ecological Modelling, que será realizada em Xian, na China, em setembro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT;" lang="PT">Artigo da<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Agência Fapesp</span></p>
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		<title>Brasil participará em competição de casa energeticamente sustentável</title>
		<link>http://www.opinabrasil.com/2009/06/29/brasil-participara-em-competicao-de-casa-energeticamente-sustentavel-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 16:56:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Formado por seis universidades brasileiras, o Consórcio Brasil representará o país no Solar Decathlon Europe, competição universitária de construção de casas energeticamente autossustentáveis que será realizada em 2010.
Integrantes das universidades de São Paulo (USP), Estadual de Campinas (Unicamp) e as federais do Rio de Janeiro (URFJ), Minas Gerais (UFMG), Santa Catarina (UFCS) e do Rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Formado por seis universidades brasileiras, o Consórcio Brasil representará o país no <em>Solar Decathlon Europe</em>, competição universitária de construção de casas energeticamente autossustentáveis que será realizada em 2010.<span id="more-108"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Integrantes das universidades de São Paulo (USP), Estadual de Campinas (Unicamp) e as federais do Rio de Janeiro (URFJ), Minas Gerais (UFMG), Santa Catarina (UFCS) e do Rio Grande do Sul (UFRGS) decidiram unir forças para se tornarem mais competitivos no evento que será organizado pela Escola Politécnica de Madri, na Espanha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Casa sustentável e viável</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Para montar o projeto ideal, o consórcio fez um concurso interno, em que estudantes de arquitetura das seis universidades apresentaram projetos. O júri foi composto de professores das universidades brasileiras e representantes da Politécnica de Madri, entre eles o vice-reitor de Relações Internacionais Jose Manuel Páez. Foram escolhidos os projetos de alunos da UFSC, Unicamp e UFRGS como os três melhores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Os projetos contemplam áreas como arquitetura, engenharia elétrica, civil e de materiais e iluminação e marketing. &#8220;Não se trata apenas de fazer uma casa sustentável, mas de pensar nela como algo que pode ser reproduzido facilmente na sociedade&#8221;, disse Adnei Meleges de Andrade, professor do Instituto de Eletrotécnica e Engenharia e responsável pelo consórcio na USP, ao USP Online.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Muito além da arquitetura</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">O <em>Solar Decathlon</em> foi criado pelo Departamento de Energia do governo norte-americano, em 2002, e a próxima edição será realizada em outubro, em Washington. A edição na Europa será a primeira fora dos Estados Unidos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">O decatlo solar tem dez critérios de avaliação, cada um com pontuações diferenciadas. Além das questões arquitetônica e de engenharia, contam pontos as instalações, balanço de energia, condições de conforto, funcionamento de equipamentos, inovação e sustentabilidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Comunicação, marketing, sensibilização social, industrialização e comercialização também são importantes, pois o projeto deve ser comercializável.</span></p>
<p class="suave" style="margin: 10pt 0cm 15pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT;" lang="PT"><span style="color: #5b5b5b;">Artigo por Agência Fapesp </span></span></p>
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		<title>Agência Espacial Brasileira pede que Congresso apoie programa espacial</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 16:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Carlos Ganem, reuniu-se com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a quem pediu apoio ao Programa Espacial Brasileiro.
A principal preocupação apresentada por Ganem é quanto à descontinuidade do programa. Ele defendeu a necessidade do Congresso Nacional atuar para que o programa espacial assuma &#8220;um papel protagonista de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">O presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Carlos Ganem, reuniu-se com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a quem pediu apoio ao Programa Espacial Brasileiro.<span id="more-106"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">A principal preocupação apresentada por Ganem é quanto à descontinuidade do programa. Ele defendeu a necessidade do Congresso Nacional atuar para que o programa espacial assuma &#8220;um papel protagonista de programa de Estado&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Humores políticos</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Segundo ele, o Programa Espacial Brasileiro &#8220;sofre descontinuidade a cada eleição&#8221;. Para ele, um programa desta espécie não pode &#8220;ficar pendurado num desígnio de um partido ou daquele outro que ganhe&#8221;. O presidente da AEB ressaltou que programa espacial é vital para setores como saúde, educação, integração de pesquisas e para as dimensões continentais do país.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Na conversa com o presidente do Senado, ele também reivindicou mais recursos. &#8220;Nós temos um pouquinho mais de dinheiro do que a Holanda para fazer um programa espacial completo com sítio de lançamentos, foguetes lançadores e uma família de satélites&#8221;, argumentou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Perdendo a corrida espacial</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Ganem acrescentou que o Brasil se atrasa cada vez mais no desenvolvimento do programa. De acordo com ele, o Brasil iniciou os trabalhos na área espacial há 30 anos e, hoje, está atrás de vários países que &#8220;sequer eram protagonistas&#8221; nessa área, na época.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Hoje, alguns deles estão à frente do Brasil, já tendo ultrapassado o resultado de pesquisas de cientistas brasileiros. &#8220;Eles passaram a nossa frente, ganharam a corrida espacial, num negócio que é milhares de vezes mais compensador do que toda a balança comercial brasileira&#8221;, afirmou o presidente da AEB.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Manter pesquisadores no Brasil</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Outro assunto tratado com Sarney, de acordo com Ganem, foi a necessidade de se criar mecanismos para que o Brasil conserve seus pesquisadores em instituições nacionais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">&#8220;É preciso permitir que a massa crítica do Brasil trabalhe no país em prol do Programa Espacial Brasileiro e não vá trabalhar em programas análogos como os da Nasa [Agência Espacial Americana] e da Roskosmos [Agência Espacial Russa], que são agências de grandíssimo porte que aproveitam a mão de obra formada no programa do Brasil, a um custo altíssimo, para que trabalhe por míseros salários, triviais, nestes programas espaciais&#8221;, disse.</span></p>
<p class="suave" style="margin: 10pt 0cm 15pt; text-align: justify;"><span style="color: #5b5b5b;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Artigo por </span><span style="font-size: 11pt; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT;" lang="PT">Marcos Chagas &#8211; Agência Brasil </span></span></p>
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		<title>Estados devem usar ciência e tecnologia para desenvolvimento social</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 16:51:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Esforços estaduais em ciência e tecnologia
Pesquisadores destacaram importância de todos os Estados da Federação tomarem iniciativas próprias no que diz respeito ao esforço de pesquisa científica e tecnológica. Esta foi a tônica da abertura 15º Fórum Nacional-Consecti e do Fórum Nacional-Confap, nesta quinta-feira (18/6), na capital paulista.
O objetivo principal dessas ações é potencializar a capacidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="suave" style="margin: 10pt 0cm 15pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT;" lang="PT">Esforços estaduais em ciência e tecnologia</span></strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT;" lang="PT"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Pesquisadores destacaram importância de todos os Estados da Federação tomarem iniciativas próprias no que diz respeito ao esforço de pesquisa científica e tecnológica. Esta foi a tônica da abertura 15º Fórum Nacional-Consecti e do Fórum Nacional-Confap, nesta quinta-feira (18/6), na capital paulista.<span id="more-102"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">O objetivo principal dessas ações é potencializar a capacidade de aquisição de financiamento de fontes empresariais e federais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">O evento é promovido pelo Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&amp;I (Consecti) e pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Federalismo cooperativo</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">&#8220;Usando um termo jurídico, a mensagem dessa reunião passa por uma dimensão de federalismo cooperativo que, entendido de maneira abrangente e sinérgica, se resume em uma cooperação entre os Estados e desses com o governo federal, considerando também a atuação dos municípios com sua capacidade própria de trabalho&#8221;, disse o presidente da FAPESP, Celso Lafer.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">&#8220;Precisamos somar esforços e vontades e é isso o que procuramos fazer na FAPESP. Temos procurado cooperar e encontrar mecanismos de atuação com o governo federal, mas também temos convênios e outros mecanismos de atuação com as fundações estaduais. Esses convênios são um excelente exemplo daquilo que pode ser feito pelo federalismo cooperativo, tendo em vista uma idéia de obra a realizar que é a ampliação, pelo conhecimento, do controle do nosso próprio destino&#8221;, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Sustentação do desenvolvimento</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">O presidente do Confap, Mário Neto Borges, entidade que reúne fundações de amparo a pesquisa (FAPs) de 23 Estados, ressaltou que os tópicos tratados na reunião são &#8216;do maior interesse da sociedade brasileira por garantirem a sustentação do desenvolvimento almejado pelo país, que é o pilar dos investimentos em educação, ciência, tecnologia e inovação&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">&#8220;A nossa expectativa é que, trabalhando de forma integrada e em parceria com os órgãos federais, os representantes das fundações estaduais de amparo à pesquisa possam fazer ações articuladas, somar recursos e promover trabalhos que tragam resultados efetivos em ciência, tecnologia e inovação que garantam o desenvolvimento, no mais amplo sentido da palavra, para o nosso país. Estamos trabalhando, e temos avançado de forma significativa, para que os 27 Estados possam ter as suas FAPs&#8221;, disse Borges.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Ciência e tecnologia para o desenvolvimento social</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Para Ricardo Renzo Brentani, presidente do Conselho Técnico Administrativo da FAPESP, o fato de a esmagadora maioria dos Estados ter uma FAP significa que a sociedade, por meio de seus representantes eleitos, reconheceu a importância da ciência e tecnologia como um fator de desenvolvimento social. &#8220;Não vou deixar de repetir esse mantra até que todos os Estados tenham uma fundação própria&#8221;, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">O secretário de Estado de Ensino Superior, Carlos Vogt, representando o Governador do Estado de São Paulo, José Serra, destacou a necessidade da reafirmação do relacionamento institucional. &#8220;Os Estados precisam manter a emulação sadia que os fazem não serem competitivos de modo predador, mas serem, obviamente, parceiros e, ao mesmo tempo, adversários saudáveis no jogo do desenvolvimento nacional&#8221;, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT">Geraldo Alckmin, secretário de Estado de Desenvolvimento, destacou o compromisso histórico de São Paulo com a ciência e tecnologia. &#8220;Este ano o Instituto de Pesquisas Tecnológicas comemora 110 anos e isso revela esse compromisso, que vem sendo sempre renovado com medidas como a Lei de Inovação, cuja regulamentação deve ser concluída na próxima semana. Este encontro trará mais benefícios ao desenvolvimento do país, que tem os avanços da ciência, da tecnologia e do conhecimento em sua base&#8221;, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="PT"> </span></p>
<p class="suave" style="margin: 10pt 0cm 15pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT;" lang="PT">Artigo por </span><span style="font-size: 11pt; line-height: 130%; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-language: PT;" lang="PT"><span style="color: #5b5b5b;">Agência Fapesp </span></span></p>
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		<title>Etanol de mandioca pode ser mais barato do que etanol de cana</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 22:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Econômia]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de ainda estar em fase experimental no Brasil, a obtenção de etanol a partir da mandioca é uma realidade cada vez mais próxima. O alto valor energético dessa raiz originária da Amazônia será, em breve, aproveitado também para a produção de biocombustíveis.
Etanol de amidos
&#8220;Todos os tipos de mandioca podem ser usados para a produção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Apesar de ainda estar em fase experimental no Brasil, a obtenção de etanol a partir da mandioca é uma realidade cada vez mais próxima. O alto valor energético dessa raiz originária da Amazônia será, em breve, aproveitado também para a produção de biocombustíveis.<span id="more-96"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Etanol de amidos</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">&#8220;Todos os tipos de mandioca podem ser usados para a produção de biocombustível, mas aqueles que possuem maior concentração de amido, como a mandioca industrial, são as mais indicadas&#8221;, explica o diretor do Centro de Raízes e Amidos Tropicais (Cerat), Cláudio Cabello.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Desde 2003, Cláudio Cabello desenvolve linhas de pesquisas sobre a produção de etanol a partir de amidos. &#8220;Inhame e batata-doce têm boas possibilidades, mas não se comparam ao que é possível se fazer a partir da mandioca. Ela possui diferenciais extremamente positivos, como a possibilidade de cultivo em diferentes regiões do país&#8221;, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Mandioca</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Segundo ele, a raiz têm inúmeras facilidades para ser transformada em etanol. &#8220;Não há, na mandioca, nenhum composto que iniba o processo biológico de fermentação alcoólica e, dependendo da região, a obtenção do álcool a partir dela poderá ser mais barata inclusive do que pela cana&#8221;, explica. &#8220;Mas, isso dependerá de estímulos que resultem em aumento da produtividade&#8221;, completa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Cláudio Cabello explica que a produção de mandioca tem um custo de R$ 100 por hectare. &#8220;Cada hectare produz entre 28 e 30 toneladas, e o mercado paga R$ 140 pela tonelada. Isso faz com que a margem de lucro desse tipo de produto seja excelente, dando inclusive maior liberdade para a definição da época da colheita&#8221;, argumenta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Variação na época de colheita</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Segundo o vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca (Abam), Antônio Donizetti Fadel, o tempo de cultivo da mandioca varia entre nove e 30 meses.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">&#8220;Quanto mais tempo na terra, maior é a lucratividade. O Brasil é o único país do mundo a colher no 24º mês. Com 12 meses, a produtividade é, em média, de 25 toneladas por hectare. Se o prazo for ampliado para entre 18 e 24 meses, essa produtividade sobe para 40 toneladas. E o custo não aumenta tanto, porque não há necessidade de replante ou de preparar a terra novamente&#8221;, explica Fadel.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Segundo ele, o país precisa, ainda, melhorar a produtividade por hectare para tornar mais atraente o uso da planta na produção de biocombustível, e o investimento mais viável economicamente. &#8220;É necessário que o Estado, a exemplo do que fez no pró-álcool, nos ajude a melhorar a produtividade agrícola para tornar mais competitiva a produção de etanol em relação à cana e a outras matérias-primas para biocombustíveis. A mandioca tem condições de ser bastante competitiva, desde que se invista na área agrícola.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Apoio dos ambientalistas</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Com a tecnologia atual, cada tonelada de mandioca pode produzir 200 litros de álcool. Ou seja, a cada 5 quilos da raiz se produz um litro de combustível. &#8220;Não tenho dúvidas do potencial lucrativo da planta, uma vez que ela pode ser produzida em qualquer tipo de solo e não interfere tanto no meio ambiente&#8221;, completa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Outro ponto positivo para a produção de biocombustível por meio da mandioca é que a história da raiz se confunde com a própria história da população da Amazônia. &#8220;Isso ajuda a fazer com que a rejeição do seu uso para a obtenção de etanol seja muito menor entre os ambientalistas. A possibilidade de plantá-la juntamente a outras culturas também facilita essa aceitação&#8221;, explica o técnico agroflorestal da Secretaria de Desenvolvimento Agroflorestal do Acre, Diones Assis Salla.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Artigo por <span class="comprimido1"><span style="color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Pedro Peduzzi &#8211; Agência Brasil</span></span><span style="color: black;"><br style="mso-special-character: line-break;" /><br style="mso-special-character: line-break;" /></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Brasil participará em competição de casa energeticamente sustentável</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 16:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Formado por seis universidades brasileiras, o Consórcio Brasil representará o país no Solar Decathlon Europe, competição universitária de construção de casas energeticamente autossustentáveis que será realizada em 2010.
Integrantes das universidades de São Paulo (USP), Estadual de Campinas (Unicamp) e as federais do Rio de Janeiro (URFJ), Minas Gerais (UFMG), Santa Catarina (UFCS) e do Rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Formado por seis universidades brasileiras, o Consórcio Brasil representará o país no <em>Solar Decathlon Europe</em>, competição universitária de construção de casas energeticamente autossustentáveis que será realizada em 2010.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Integrantes das universidades de São Paulo (USP), Estadual de Campinas (Unicamp) e as federais do Rio de Janeiro (URFJ), Minas Gerais (UFMG), Santa Catarina (UFCS) e do Rio Grande do Sul (UFRGS) decidiram unir forças para se tornarem mais competitivos no evento que será organizado pela Escola Politécnica de Madri, na Espanha.<span id="more-94"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Casa sustentável e viável</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Para montar o projeto ideal, o consórcio fez um concurso interno, em que estudantes de arquitetura das seis universidades apresentaram projetos. O júri foi composto de professores das universidades brasileiras e representantes da Politécnica de Madri, entre eles o vice-reitor de Relações Internacionais Jose Manuel Páez. Foram escolhidos os projetos de alunos da UFSC, Unicamp e UFRGS como os três melhores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Os projetos contemplam áreas como arquitetura, engenharia elétrica, civil e de materiais e iluminação e marketing. &#8220;Não se trata apenas de fazer uma casa sustentável, mas de pensar nela como algo que pode ser reproduzido facilmente na sociedade&#8221;, disse Adnei Meleges de Andrade, professor do Instituto de Eletrotécnica e Engenharia e responsável pelo consórcio na USP, ao USP Online.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Muito além da arquitetura</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">O <em>Solar Decathlon</em> foi criado pelo Departamento de Energia do governo norte-americano, em 2002, e a próxima edição será realizada em outubro, em Washington. A edição na Europa será a primeira fora dos Estados Unidos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">O decatlo solar tem dez critérios de avaliação, cada um com pontuações diferenciadas. Além das questões arquitetônica e de engenharia, contam pontos as instalações, balanço de energia, condições de conforto, funcionamento de equipamentos, inovação e sustentabilidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Comunicação, marketing, sensibilização social, industrialização e comercialização também são importantes, pois o projeto deve ser comercializável.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Artigo por <span class="comprimido1"><span style="font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Agência Fapesp</span></span></span></p>
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		<title>São Paulo ganha espaço interativo de divulgação científica</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 16:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo acaba de ganhar um novo espaço de divulgação científica, que reúne em 8 mil metros quadrados 250 instalações diferentes. O Cata-vento, espaço interativo de artes, ciência e conhecimento montado no antigo Palácio das Indústrias, foi inaugurado nesta quinta-feira (26/3) pelo governador José Serra.
Espaço para divulgação científica
Inspirado nos principais espaços dedicados à divulgação científica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">São Paulo acaba de ganhar um novo espaço de divulgação científica, que reúne em 8 mil metros quadrados 250 instalações diferentes. O Cata-vento, espaço interativo de artes, ciência e conhecimento montado no antigo Palácio das Indústrias, foi inaugurado nesta quinta-feira (26/3) pelo governador José Serra.<span id="more-90"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Espaço para divulgação científica</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Inspirado nos principais espaços dedicados à divulgação científica do mundo, o Cata-vento teve investimento total de R$ 20 milhões. Fruto de parceria entre as secretarias de Estado da Cultura e da Educação, será administrado pela Organização Social Cata-vento Cultural e Educacional, sob a supervisão da Secretaria da Cultura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">&#8220;O Cata-vento é para fazer girar o ventos das idéias, do conhecimento, da curiosidade, para que as crianças aprendam mais e se preparem para a vida, para a tecnologia, para o trabalho e também para o lazer e divertimento&#8221;, disse o governador na cerimônia de inauguração.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Do átomo ao Sistema Solar</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">No espaço, crianças, jovens e adultos podem tocar em um meteorito, conhecer o corpo humano por dentro, entender como funciona um gerador de energia ou descobrir que o Sol, visto de perto, não é tão redondo como parece.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Do átomo ao Sistema Solar, de minúsculos insetos aos maiores animais, das leis da física às transformações químicas, do ecossistema à questão da preservação ambiental, tudo é apresentado didaticamente e de maneira lúdica. Mostrando cuidado com os detalhes, as seções ganham iluminação e sons diferentes, contribuindo para criar uma atmosfera envolvente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Universo, Vida, Engenho e Sociedade</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">São quatro seções: Universo, Vida, Engenho e Sociedade. Em todas, vídeos, painéis e maquetes são utilizados como suporte didático, mas o destaque é a interatividade. Podem ser idéias simples, como pisar na Lua como se fosse o astronauta Neil Armstrong, o primeiro humano a andar pelo satélite terrestre. Ou apertar uma das estrelas que compõem a bandeira do Brasil e saber qual estado ela representa. Ou girar uma manivela e fazer uma pequena cidade inteira se iluminar, com o funcionamento de uma hidrelétrica em miniatura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">O Cata-vento reúne em aquários de água salgada anêmonas, corais, peixes carnívoros e venenosos, além de espaço com cerca de 700 borboletas amazônicas. Aranhas e escorpiões podem ser observados com lupas. Crianças podem observar simultaneamente, com auxílio de um monitor, as estruturas celulares em um microscópio com aumento de até mil vezes. Um prisma mostra a decomposição da luz branca.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Instalações interativas</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Algumas das instalações interativas podem ser manipuladas sem ajuda &#8211; painéis explicam como fazê-lo. Outras necessitam de guias, educadores e monitores que interagem nas atividades: organizam jogos de perguntas e respostas, demonstram experimentos de química e explicam leis da física. No espaço dedicado à nanotecnologia, eles promovem uma gincana com as crianças.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">&#8220;Existem muitos museus e espaços voltados para o ensino e a divulgação do conhecimento científico no mundo e na América Latina, e no Brasil, o Cata-vento pretende ser o nosso espaço de referência&#8221;, disse João Sayad, secretário da Cultura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Cultura é Currículo</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">O espaço fará parte do programa &#8220;Cultura é Currículo&#8221;, da Secretaria da Educação, cujo objetivo é democratizar o acesso de professores e alunos da rede pública estadual a bens e produções culturais e diversificar situações de aprendizagem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">&#8220;O Cata-vento é um espaço social e cultural, rico em objetos e ambientes de aprendizagem interativos e informais. É uma verdadeira escola viva, que ajuda a compreender como as coisas funcionam, não só para as crianças, mas a todos que quiserem entender mais sobre o mundo da ciência&#8221;, disse Sergio Freitas, presidente do Conselho de Administração da OS Cata-vento Cultural e Educacional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">O Cata-vento contou com o apoio de várias instituições. O Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo (USP) forneceu materiais e apoio técnico para toda a área do &#8220;Universo&#8221;. A Fundação Faculdade de Medicina entrou com a didática para a explicação das maquetes da instalação &#8220;Homem Virtual&#8221;, além dos filmes projetados na mesma seção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">O Instituto Kaplan desenvolveu a instalação sobre gravidez na adolescência e doenças sexualmente transmissíveis. A Escola Politécnica da USP criou o &#8220;Passeio Digital&#8221;, uma viagem em três dimensões pelas paisagens do Rio de Janeiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">O Cata-vento fica no Palácio das Indústrias &#8211; Parque Dom Pedro II, região central da capital paulista.</span></p>
<p><span class="comprimido1"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Artigo por Agência Fapesp</span></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><br style="mso-special-character: line-break;" /><br style="mso-special-character: line-break;" /></span></p>
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		<title>Papel de plástico reciclado é criado no Brasil</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 01:19:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaque Vieira Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Um papel sintético fabricado com plástico descartado pós-consumo foi desenvolvido na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e testado em uma planta piloto da empresa Vitopel, fabricante de filmes flexíveis com fábrica em Votorantim, no interior paulista.
Papel de plástico
Produzido em forma de filmes, o material feito a partir de garrafas de água, potes de alimentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Um papel sintético fabricado com plástico descartado pós-consumo foi desenvolvido na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e testado em uma planta piloto da empresa Vitopel, fabricante de filmes flexíveis com fábrica em Votorantim, no interior paulista.<span id="more-86"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Papel de plástico</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Produzido em forma de filmes, o material feito a partir de garrafas de água, potes de alimentos e embalagens de material de limpeza pode ser empregado em rótulos de garrafas, outdoors, tabuleiros de jogos, etiquetas, livros escolares e cédulas de dinheiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">&#8220;Ele é indicado para aplicações que necessitam de propriedades como barreira à umidade e água, além de ser bastante resistente&#8221;, diz a professora Sati Manrich, do Departamento de Engenharia de Materiais da universidade e coordenadora do projeto que teve financiamento da FAPESP para o desenvolvimento da pesquisa e o depósito de patente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Papel sintético</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">O papel sintético comercializado atualmente é produzido com derivados de petróleo. &#8220;Existem várias patentes e produtos comercializados com matéria-prima virgem, mas não encontramos nenhuma patente ou papel sintético feito a partir de material plástico reciclado&#8221;, diz Sati.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Os testes na planta piloto, também chamada de escala semi-industrial, foram conduzidos por Lorenzo Giacomazzi, coordenador de tecnologia de processos da Vitopel, que tem a cotitularidade da patente. &#8220;O grande diferencial desse processo é fabricar um papel sintético com material totalmente reciclado&#8221;, diz Giacomazzi.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;">Foram usadas várias composições e misturas de plásticos da classe das poliolefinas. &#8220;O aspecto final é o mesmo do produto feito a partir da resina virgem, com a vantagem que se aproveita o material que iria para o aterro sanitário ou lixões.&#8221;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;;"><!-- google_ad_section_end -->Artigo por <span class="comprimido1"><span style="color: black; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; mso-ansi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Dinorah Ereno</span></span><span style="color: black;"><br style="mso-special-character: line-break;" /><br style="mso-special-character: line-break;" /></span></span></p>
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